Mostrando postagens com marcador ETC.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ETC.... Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de setembro de 2008

Depois do ouro olímpico, basquete dos EUA já tem novos fenômenos mirins


Menina de 12 anos e garoto de 8 fazem bonito com a bola laranja, mas levantam debate sobre o marketing exagerado feito pelos pais corujas;












Após sair de Pequim com medalhas de ouro no masculino e no feminino, o basquete americano não pode reclamar da falta de ídolos. Ainda assim, o país continua buscando jovens fenômenos da modalidade. Recentemente, os Estados Unidos voltaram seus olhos para duas crianças que prometem um futuro brilhante nas quadras. Em meio a pais corujas e campanhas de marketing, os pequenos craques ganharam os holofotes.

A primeira a aparecer foi Jaime Nared, uma menina de 12 anos que sonha em jogar com os marmanjos da NBA. Em Portland, ela passou a dividir a quadra com os garotos, porque os confrontos no feminino não davam nem para a saída. O fato causou ciúme em alguns pais, que não gostaram de ver seus filhos derrotados por uma moça.

A pressão foi tamanha que Nared acabou proibida de jogar com meninos. Foi a programas de TV e, ao lado do pai, disse não entender o veto. Além de fazer bonito com a bola laranja, a garota é uma estudiosa do basquete. Obcecada por táticas, presta atenção às pranchetas dos técnicos e não esconde a vontade de quebrar um tabu: quer ser a primeira mulher a assumir o cargo de treinadora na liga profissional masculina.

Clique aqui para ver Jaime detonando os fanfarrões;

Nesta semana, Jaime ganhou um companheiro na galeria dos fenômenos mirins. O pequeno Marquise Walker, de apenas 8 anos, mostra uma habilidade fora do comum com a bola e até ensaia algumas declarações de gente grande. Em vídeos espalhados na internet, ele aparece ao lado de astros como LeBron James. O problema é que, neste caso, tudo foi motivado por um polêmico plano de marketing.

O pai de Marquise consultou um professor de basquete e, juntos, eles bolaram uma estratégia: espalharam os vídeos, com a intenção declarada de dar fama ao garoto. Deu certo. Ele chegou a ser convidado para mostrar sua habilidade no intervalo de um jogo do Memphis Grizzlies. Ao que parece, só faltaram os conselhos. Perguntado por um repórter do site "ESPN.com" sobre o motivo de querer jogar na NBA, Marquise foi direto:

- Eu só quero entrar num time e ganhar dinheiro. É isso que importa.

Clique aqui para ver Marquise em ação;


O Brasil também tem seu candidato a fenômeno mirim. Nos Jogos Pan-Americanos, em 2007, Felipe Macedo, de Fortaleza, chamava a atenção pelo controle de bola na Arena Olímpica, no Rio. Ele tinha apenas 3 anos. O pai, Romelito, estava orgulhoso.

- Na primeira vez em que ele teve contato com uma bola de basquete, com um ano e dois meses, conseguiu quicá-la cinco vezes seguidas – afirmou durante a competição.



Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Basquete/0,,MUL774487-15060,00-DEPOIS+DO+OURO+OLIMPICO+BASQUETE+DOS+EUA+JA+TEM+NOVOS+FENOMENOS+MIRINS.html